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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

AS BRASILEIRAS SABEM OU NÃO O QUE QUEREM?

Definitivamente? Não sei.rsrs


"Um estudo feito por Axe em dez capitais brasileiras (Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, além do Distrito Federal) revela que 36% das mulheres culpam suas mudanças de humor repentinas pela volatidade de suas opiniões, ou seja, elas preferem o rosa agora, mas, de repente, quem leva a melhor é o vermelho se, nos minutos seguintes, tiverem o estado emocional alterado por infinitas razões. Realizada em parceria com o instituto QualiBest, a pesquisa da marca Axe, ao entrevistar 882 mulheres, tinha por meta decifrar os anseios e preferências femininos; sob esse prisma, três conclusões se destacam: as brasileiras mudam de ideia o tempo todo, têm maior adaptação às mudanças e têm facilidade para conversar sobre diferentes assuntos.



Intitulado "De mulher para MulhÉris", o estudo atesta que a mudança define a mulher brasileira moderna, motivo pelo qual ela está sempre em busca do novo, origem da tendência "mulhÉris em transição", dado que o sexo feminino se vê como agente de inovação.


Axe contou, neste projeto, com a consultoria da doutora Maria Arminda do Nascimento Arruda, professora titular de Sociologia da Universidade de São Paulo. “Com tantas quebras de paradigmas, necessidade de mudança e busca pelo novo, para as mulheres as coisas podem perder o frescor, o caráter de novidade”, salienta Arruda. “Apesar de Axe oferecer exclusivamente produtos para homens, é importante conhecermos as características das mulheres porque o posicionamento da marca é auxiliar nossos consumidores no jogo da conquista”, acrescenta Guilherme Mortensen, gerente de marketing da marca. “Esta pesquisa nos mostrou que elas precisam de novidades o tempo todo. Para se ter uma ideia, elas revelaram que, ao ano, mudam cerca de 44 vezes de opiniões sobre assuntos polêmicos, como política, sexo e religião; cerca de 52 vezes sobre o estilo de roupa; e 21 vezes, em média, quando refletem sobre produtos de uso pessoal ”, pontua o executivo.


Segundo o instituto QualiBest, as mulheres relatam que algumas das influências para elas mudarem de opinião rapidamente são: “maior facilidade de se adaptarem às mudanças do ambiente onde vivem” (49%), “observar que a opinião anterior estava errada” (46%), “ser convencida pelos argumentos de outra pessoa” (42%), “ser uma característica da própria pessoa” (38%), “as mudanças repentinas de humor (36%), entre outros.Quando questionadas sobre os aspectos visuais que elas mudariam naquele momento, a maioria (28%) declara que seria o “corte de cabelo”, seguido por “tipo de roupa” (20%), “cor de cabelo” (19%), “algum tipo de acessório” (13%) e “cor do esmalte das unhas” (7%). Apenas 6% dizem que não mudariam nada.


Sobre os momentos que mais mudam de ideia, elas relatam: “na escolha de roupas para sair” (49%), “durante a compra de roupas, acessórios e sapatos” (48%) e “durante a compra no supermercado” (39%).


Mulheres x homens

Em relação às diferenças entre homens e mulheres, para 71% delas “gostar mais de ficar do que namorar” é um aspecto masculino. Apenas 3% acreditam que esta seja uma característica mais feminina. Para 55%, “ter mais objetividade” também é uma característica deles. Já “reparar mais no cheiro do perfume de outra pessoa” (68%) e “mudar de ideia o tempo todo” (55%) são características tipicamente femininas.

A pesquisa também procurou entender as mulheres em seus relacionamentos. Elas dizem que para cada situação relacional, os homens precisam apresentar determinadas características. Por exemplo, para casar, os homens precisam: fazê-las se sentirem únicas e especiais, ser um bom ouvinte, ter um emprego estável, entre outros. Para namorar, serem bem-humorados, perfumados, surpreenderem com pequenos presentes e “ter pegada”. Para simplesmente ficar, precisa ser bonzinho, bonito, fazer o tipo cafajeste, malandro e vestir-se bem, na moda."



Fonte: Portal da Propaganda


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sonhos do brasileiro por Ana Paula Cortat












Qual o valor de um sonho? Nesse caso, se a hipótese colocada por João Paulo Cavalcante, sociólogo e sócio da empresa de pesquisa Box1824 estiver certa, vale o futuro de um país e a consciência de seu povo sobre sua relevância.

Quem compreende a diferença entre o significado de necessidade, desejo e sonho sabe que essa é uma hipótese que faz todo o sentido. Talvez a tendência de simplificação que tomou conta do mundo nas últimas décadas esteja em um momento de contra-tendência que desperta as pessoas para uma maior profundidade.

Está na hora de gastar um pouco mais que 140 caracteres para colocar antigos conceitos em perspectiva para que novas idéias sejam amplamente entendidas e valorizadas:

- Necessidades fazem parte de um mundo absolutamente finito, essencial, relacionado a sobrevivência. O ar, a comida, o agasalho no frio, o afeto, estão no campo do que é necessário. Os aspectos sócio-economicos e culturais com os quais temos convivido nos ensinaram a criar novas necessidades, todo o tempo, a partir de necessidades satisfeitas mas, de fato, o mundo sobreviveria sem a maior parte do que hoje consideramos "necessário".

- Desejos estão no campo do que não está acessível, do que precisa ser conquistado. Desejos podem gerar a sensação de necessidade assim como satisfazer um desejo, mesmo que uma única vez, pode fazer com que essa sensação desapareça. Esse é um campo que há muito temos trabalhado no marketing.

- Sonhos estão no campo das inspirações. As primeiras referências a sonhos surgiram como inspirações divinas e carregavam um sentido profético e simbólico. Inspirados por Deus, sonhos se referiam ao futuro e sua interpretação não apenas era necessária como cabia apenas a homens de grande sabedoria.

Em 1989, a empresa de pesquisa e consultoria Saldiva e Associados publicou um estudo intitulado "O Sonho Brasileiro", parte de uma série de 5 pesquisas institucionais desenvolvidas com o objetivo de entender o comportamento da sociedade brasileira naquele período.

O Estudo realizado pela Saldiva identificou a busca da auto-realização e o empreendedorismo como o grande sonho da população brasileira. A vertente dessa descoberta mais trabalhada na época foi o desejo do brasileiro de ter seu próprio negócio. Como podemos ver, um desejo. Uma das várias formas de tornar tangível o sonho - tão ambicioso para a época - de um Brasil empreendedor.

De qualquer forma, acredito que a maior contribuição do estudo da Saldiva, talvez pouco visível naquele momento, foi deixar claro que o país de Getúlio Vargas, da mais dura das leis trabalhistas, deveria rever suas bases e se preparar para investir no indivíduo, em idéias, em pesquisas, em educação, em revisão de impostos, em incentivo, em tudo o que significasse auto-realização e empreendedorismo porque aí estava o futuro do país, porque é disso que falam os sonhos.

Esse é o valor do conhecimento: ele nos dá, a todos, o privilégio e o poder de escolher agir ou não a partir do momento que deixamos para trás a ignorância.

A Box1824 vai doar um estudo ao país. A cada um de nós. Um estudo que vai buscar entender qual é o sonho do brasileiro. Não necessidades e desejos, mas sonhos. Aquelas coisas que de tão inspiradoras podem nos mover em direção ao futuro e ao que de melhor podemos construir nele.

Se pudermos ir além das bordas, além dos símbolos, deixaremos para trás a ignorância e teremos o privilégio e o poder de escolher agir. Ou não?

(Ana Paula Cortat é Vice-presidente de Estratégia de Marca do Grupo Isobar no Brasil)

Fonte:
m&m online

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Fases de um Planejador

Opaa.. faz um tempinho que não escrevo nada aqui, mas a vida anda bem corrida e sem tempo.
Apesar que tenho coisas bem legais ainda para mostrar.

Só pra não ficar muito tempo sem contato, hoje vi no site Chmkt um post bem pequeno falando das fases de um planejador.














Parte 1: Obter as habilidades necessárias para a função
É a fase de aprender as técnicas, ferramentas e habilidades essenciais de um planejador - da análise de dados até a apresentação de propostas.

Parte 2: Fazer um nome
É quando você consegue entender seu estilo próprio de planejar, e já está no lugar certo e no negócio adequado. É a fase na qual sua carreira recebe maior impulso.

Parte 3: Dirigir o show
É quando você tem que ser bom em absolutamente tudo, pois está por trás dos negócios da agência. Mesmo podendo ser seletivo quanto à quem e ao que dedica seus esforços, ainda precisa colocar seu melhor jogo na mesa.


Até acredito, mas será que inclui faixa etária? hehe